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O RUMO DA SOBERANIA

MOMENTO DO DISCIPULADO

Nós observamos com profunda preocupação a instrumentalização da fé pelo poder político, onde o apoio de líderes religiosos é frequentemente negociado em troca de isenções, perdão de dívidas e verbas públicas. Percebemos que essa relação equivocada transforma a Igreja em um objeto de barganha, distanciando-a de sua missão original de pregar o arrependimento e estender o Reino de Deus. É lamentável notar que, quando líderes se tornam "interesseiros" aos olhos dos governantes, a autoridade espiritual é sacrificada no altar da conveniência ideológica, resultando em um cenário deprimente de submissão ao sistema mundano. Por isso, devemos clamar para que a Igreja recupere sua identidade profética, permanecendo livre de amarras governamentais. Somente uma Igreja que não se deixa comprar pode manifestar a verdade de Cristo com integridade sob a proteção do Senhor.

Nós testemunhamos como o atual endurecimento diplomático entre o governo brasileiro e as potências ocidentais, especialmente os Estados Unidos, assemelha-se ao perigoso endurecimento do coração de Faraó no Egito. Percebemos que a resistência ideológica em nome de uma soberania isolacionista ignora o tabuleiro profético que aponta para o alinhamento das nações no cenário final do Armagedom. É inadmissível que os governantes atuais persistam em uma obstinação que ecoa o erro fatal do Rei Josias contra o Faraó Neco, fechando as portas para o entendimento e para a sensatez política. Diante desse cenário de confronto iminente, precisamos entender que o destino das nações é regido pela soberania divina, e que a resistência à ordem estabelecida por Deus pode atrair tempos drásticos e terríveis para a nossa nação, exigindo de nós uma postura vigilante e discernimento espiritual aguçado.

Nós sentimos que o isolamento diplomático e o caos no sistema econômico são sinais de um tempo que exige intercessão urgente e desesperada. Entendemos que a posição recomendada ao povo de Deus não é a militância cega, mas a oração incessante para que o Senhor conceda sabedoria aos ministros, parlamentares e ao Presidente, antes que o conflito se torne irreversível. Por essa razão, convocamos todos os que amam ao Senhor a clamarem por misericórdia, pedindo que a cegueira espiritual das autoridades seja removida e que a sensatez prevaleça sobre a arrogância do poder. Devemos permanecer unidos, fortalecendo nossa dependência dAquele que remove reis e estabelece reis, para que o Brasil não sofra as consequências de um juízo evitável. O nosso papel é sermos intercessores que buscam a paz da nação, reconhecendo que a verdadeira soberania pertence ao Justo Juiz.

Examine a sua postura diante das tensões que assolam o nosso país. Você tem sido um intercessor sensato que busca a vontade de Deus ou tem se deixado levar por paixões políticas que cegam o entendimento? Sua confiança está depositada em alianças humanas e verbas públicas ou na soberania inabalável do Criador? O Senhor busca cristãos que não negociem sua autoridade espiritual e que saibam discernir os sinais dos tempos através da oração. Lembre-se: o dever de interceder pelas autoridades e pela paz da nação já foi dado, e a omissão diante deste cenário de endurecimento e isolamento é uma responsabilidade que cada um carregará diante do Senhor da Glória.

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