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O COMBATE AO CRIME ORGANIZADO

                           MOMENTO DO DISCIPULADO

 

Nós observamos uma batalha intensa no cenário nacional, onde a segurança pública se tornou o epicentro de uma disputa de valores entre quem deseja endurecer as leis e quem busca caminhos que parecem favorecer a criminalidade. Percebemos que as polícias estaduais precisam de mais autonomia e recursos para combater as facções que tanto amedrontam nossas famílias e destroem a paz em nossas comunidades brasileiras. É lamentável notar que, enquanto o povo clama por ordem, existem forças políticas que tentam centralizar o poder ou abrandar penas, agindo de forma conivente com o mal que nos cerca diariamente. Por isso, devemos clamar para que a justiça prevaleça nas instâncias superiores e para que as autoridades tenham coragem de votar a favor do cidadão de bem. Somente com leis rígidas e uma postura intransigente contra o tráfico poderemos ver uma mudança real no futuro da nossa nação sob a proteção do Senhor.

Nós testemunhamos com profunda preocupação como o crime organizado tem avançado sobre os nossos territórios, instalando milhares de barricadas que impedem o direito básico de ir e vir dos moradores. No Rio de Janeiro e em outros estados, a situação exige medidas drásticas e integradas entre as prefeituras e os governos para que as ruas sejam devolvidas ao povo e o domínio dos bandidos seja quebrado definitivamente. A realidade na Amazônia é ainda mais alarmante, com dezenas de facções internacionais operando quase livremente, transformando nossas riquezas em rotas de destruição espiritual e social profunda. Diante desse cenário de violência crescente, precisamos estar atentos às pressões externas e às ações governamentais que realmente visam desarticular essas organizações terroristas. É inadmissível que o Estado se omita enquanto o crime tenta se estabelecer, exigindo de nós uma postura vigilante, corajosa e ativa.

Nós sentimos na pele o sofrimento dos nossos irmãos que vivem em áreas dominadas pela criminalidade, onde muitas vezes o auxílio espiritual e físico é impedido pela violência das facções locais. Temos relatos tristes de pessoas queridas que partem sem o apoio que gostaríamos de dar, evidenciando que a nossa luta não é apenas contra a carne e o sangue, mas contra o domínio das trevas. Por essa razão, convocamos todos os que amam ao Senhor a intercederem incansavelmente pelas autoridades que ainda demonstram o desejo genuíno de trabalhar pela segurança e pelo bem-estar social. Devemos permanecer unidos em oração, fortalecendo os laços de fraternidade por meio dos nossos canais de comunicação, para que nenhum cristão se sinta sozinho nessa guerra espiritual e física. O nosso papel é sermos luz em meio ao caos, clamando por misericórdia e por uma intervenção de Deus que traga paz às cidades dominadas pelo medo.

Examine a sua postura diante do avanço do mal. Você tem usado a sua voz e a sua oração para clamar por justiça ou tem se omitido diante da destruição das nossas comunidades? Sua intercessão tem sido um esforço ativo pelas autoridades ou você tem se acomodado em uma indiferença que permite o avanço das trevas? O Senhor busca cristãos que não apenas observem o caos, mas que manifestem o Reino através da vigilância espiritual e da cobrança por leis que protejam a vida. Lembre-se: o dever de interceder e lutar pela paz da nação já foi dado, e a omissão diante deste cenário de injustiça é uma responsabilidade que cada um carregará diante do Justo Juiz.

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